“The Adam and Eve Story” de Chan Thomas é um livro publicado pela primeira vez em 1963, que explora uma teoria catastrófica sobre eventos cíclicos de destruição em massa na Terra. Aqui está um resumo mais detalhado do livro:
O livro começa com a sugestão de que civilizações avançadas existiram na Terra muito antes do que geralmente se acredita, remontando a milhões de anos. Thomas argumenta que essas civilizações foram perdidas devido a eventos catastróficos que ocorreram repetidamente ao longo da história do planeta.
Thomas então entra no coração de sua teoria: a ideia de que a Terra sofre uma catástrofe cíclica a cada 6.000 a 7.000 anos. Ele sugere que esse evento catastrófico é causado por um desequilíbrio na rotação do planeta devido ao acúmulo de gelo nos polos. Isso resulta em um fenômeno chamado “cambalhota”, onde a crosta da Terra se desloca dramaticamente, levando a terremotos massivos, tsunamis e atividade vulcânica. De acordo com Thomas, este evento é tão devastador que aniquila quase toda a vida na Terra e apaga quase todos os vestígios de civilizações anteriores.
Ele propõe que a Bíblia e outras escrituras antigas são tentativas de documentar esses eventos catastróficos, referindo-se à história de Adão e Eva como uma alegoria para o ciclo de destruição e renascimento da civilização humana.
Finalmente, Thomas termina o livro com uma advertência: se a sua teoria estiver correta, estamos atrasados para o próximo evento catastrófico. Ele sugere que a humanidade deve se preparar para essa eventualidade, possivelmente através do desenvolvimento de tecnologia para prever e talvez até mesmo prevenir a próxima “cambalhota”.
Note-se que, enquanto “The Adam and Eve Story” é intrigante e levanta questões fascinantes, a teoria de Thomas não é amplamente aceita pela comunidade científica. Os críticos argumentam que não há evidências suficientes para apoiar suas alegações e que sua compreensão da física planetária é falha. Será mesmo?
Kabbalah: O Mapa que Explica Como Você Manifesta (e Por Que Trava)
Tem mais de dois mil anos. Sobreviveu à Inquisição,
à destruição de templos e a séculos de perseguição.
Isaac Newton o estudou em segredo. O Vaticano preserva
seu símbolo em sua praça central. Seu nome: Árvore da
Vida. O sistema: Kabbalah. Neste episódio do
Possibilidades Infinitas Podcast: o que a Kabbalah
realmente é sem distorções, as 10 Sefirot e o que cada
uma revela sobre você, por que sua manifestação trava
e em qual ponto — e como usar a Árvore da Vida como
mapa do seu processo criativo interno.
Qual é o Seu Arquétipo de Manifestação Segundo a Kabbalah? [Quiz]
Na Kabbalah, cada pessoa tem uma Sefirah dominante —
a dimensão da Árvore da Vida pela qual sua energia
criativa flui com mais naturalidade. Esse é o seu
arquétipo de manifestação. São 7 arquétipos: O
Visionário (Keter), O Intuitivo (Chokhmah), O
Construtor (Binah), O Canal (Chesed), O Coração
(Tiferet), O Fundador (Yesod) e O Realizador (Malkut).
10 perguntas revelam qual é o seu — com descrição
completa, superpoderes naturais, bloqueios típicos
e prática específica para o seu arquétipo.
As 10 Leis da Atração que a Kabbalah Conhecia Antes de Napoleon Hill
Napoleon Hill entrevistou 500 homens ricos e destilou
os princípios do sucesso em “Pense e Enriqueça”. O que
ele descobriu não era novo — era a redescoberta em
linguagem secular do que a Kabbalah preservou por três
mil anos. As 10 Sefirot da Árvore da Vida são as 10
leis da atração: Keter (propósito definitivo), Chokhmah
(inteligência infinita), Binah (planejamento organizado),
Chesed (generosidade), Gevurah (autodisciplina), Tiferet
(entusiasmo e amor próprio), Netzach (desejo), Hod
(gratidão), Yesod (subconsciente) e Malkut (ação).
Cada lei com a versão de Hill e o que a Kabbalah
aprofunda.
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