Desde tempos remotos, a música tem sido empregada como forma de trazer bem-estar ao corpo e à mente, e até mesmo o pai da Medicina, Hipócrates, acreditava na sua profunda conexão com a arte da cura. A partir da criação de intervalos musicais, a música passa a ter um efeito curativo ainda mais significativo, uma vez que esses intervalos geram uma relação matemática entre as frequências sonoras que afetam o corpo humano de diversas maneiras. Esses intervalos podem ser formados tanto pela execução simultânea de duas notas quanto pela execução de uma nota em relação a outra.
Estudos recentes têm demonstrado que tanto os cânticos de aves e baleias quanto as formações de círculos em plantações contêm intervalos musicais em suas estruturas, e que esses intervalos possuem um efeito profundo sobre o pulso e a respiração dos seres humanos. Além disso, alguns estudos têm indicado que intervalos musicais específicos podem até mesmo matar células cancerosas, como é o caso das pesquisas realizadas por Fabian Mamon.
Outro aspecto interessante é a relação entre as proporções matemáticas encontradas nos intervalos musicais e na natureza, como é o caso das proporções planetárias e constelações, descobertas por Pitágoras. A partir dessa relação, arquitetos do passado utilizavam essas proporções para construir estruturas sagradas que eram visualmente atraentes e tinham um efeito positivo na consciência humana.
Por fim, as descobertas de Hans Jenny, que investigou os efeitos das ondas sonoras em diversos materiais, e descobriu que diferentes sons geravam padrões geométricos distintos. Esses padrões, por sua vez, eram semelhantes às formas encontradas em formações de círculos em plantações, o que sugere uma possível relação entre o som e esses fenômenos.
Em suma, a música tem um efeito profundo na cura e no bem-estar humano e, como a relação entre a música, as proporções matemáticas e a natureza é fascinante e merece ser explorada.
Kabbalah: O Mapa que Explica Como Você Manifesta (e Por Que Trava)
Tem mais de dois mil anos. Sobreviveu à Inquisição,
à destruição de templos e a séculos de perseguição.
Isaac Newton o estudou em segredo. O Vaticano preserva
seu símbolo em sua praça central. Seu nome: Árvore da
Vida. O sistema: Kabbalah. Neste episódio do
Possibilidades Infinitas Podcast: o que a Kabbalah
realmente é sem distorções, as 10 Sefirot e o que cada
uma revela sobre você, por que sua manifestação trava
e em qual ponto — e como usar a Árvore da Vida como
mapa do seu processo criativo interno.
Qual é o Seu Arquétipo de Manifestação Segundo a Kabbalah? [Quiz]
Na Kabbalah, cada pessoa tem uma Sefirah dominante —
a dimensão da Árvore da Vida pela qual sua energia
criativa flui com mais naturalidade. Esse é o seu
arquétipo de manifestação. São 7 arquétipos: O
Visionário (Keter), O Intuitivo (Chokhmah), O
Construtor (Binah), O Canal (Chesed), O Coração
(Tiferet), O Fundador (Yesod) e O Realizador (Malkut).
10 perguntas revelam qual é o seu — com descrição
completa, superpoderes naturais, bloqueios típicos
e prática específica para o seu arquétipo.
As 10 Leis da Atração que a Kabbalah Conhecia Antes de Napoleon Hill
Napoleon Hill entrevistou 500 homens ricos e destilou
os princípios do sucesso em “Pense e Enriqueça”. O que
ele descobriu não era novo — era a redescoberta em
linguagem secular do que a Kabbalah preservou por três
mil anos. As 10 Sefirot da Árvore da Vida são as 10
leis da atração: Keter (propósito definitivo), Chokhmah
(inteligência infinita), Binah (planejamento organizado),
Chesed (generosidade), Gevurah (autodisciplina), Tiferet
(entusiasmo e amor próprio), Netzach (desejo), Hod
(gratidão), Yesod (subconsciente) e Malkut (ação).
Cada lei com a versão de Hill e o que a Kabbalah
aprofunda.
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