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A Religião das 10
Celebridades Mais Famosas —
Algumas Vão te Surpreender
Do Candomblé ao Espiritismo, do Evangelicalismo à espiritualidade sem rótulo — descubra o que cada estrela acredita, pratica e às vezes esconde.
Todo mundo tem uma opinião sobre o que os famosos usam, quem estão namorando e quanto ganham. Mas tem um assunto que pouca gente cava fundo: o que essas estrelas acreditam quando apagam as câmeras?
E o resultado é bem mais interessante do que parece. Tem Candomblé, Evangelicalismo apimentado com controvérsias, Catolicismo heterodoxo com pitadas de espiritualidade africana, cristão-semtítulo, espírita silenciosa e até a boa e velha "não quero falar sobre isso".
O objetivo aqui não é julgar a fé de ninguém. É o oposto: celebrar o fato de que espiritualidade é algo profundamente pessoal — e que aparece nas escolhas, nas letras, nas atitudes e nos momentos de crise de cada um dessas personalidades. A fofoca é o veículo. A reflexão é o destino.
A maior estrela pop brasileira do momento não esconde: é de Candomblé. Anitta revelou publicamente sua religião ao postar fotos com a roupa de santo e ao lado de seu babá de santo. Em 2025 ela entrou em uma fase que a imprensa chamou de "ano zen" — retiros espirituais, desaceleração, reconexão com as raízes.
E foi ainda mais longe: seu álbum mais recente, EQUILIBRIVM (2026), é construído em cima de referências ao Candomblé — orixás, matriz africana, sagrado e profano coexistindo numa produção de padrão global. Anitta está literalmente colocando sua fé nas paradas musicais internacionais.
Beyoncé é oficialmente cristã — criada na Igreja Batista, frequenta igrejas e faz referências bíblicas com naturalidade. Mas quem acompanha sua obra visual sabe que a história vai muito além disso.
No álbum visual Lemonade, ela mergulha nos orixás da tradição africana — especialmente Oxum, a orixá das águas e do amor — com um nível de detalhe que vai além de referência estética. Estudiosos de religião apontam que alguém com aquele nível de conhecimento dos rituais não está apenas citando — está praticando. A própria Beyoncé nunca confirmou nem negou. Deixa a arte falar.
Taylor Swift cresceu na Igreja Presbiteriana e por anos evitou falar sobre religião publicamente. Quando o silêncio acabou, o que saiu foi complexo: ela declarou à Vanity Fair que acredita em Deus mas não se identifica com religiões organizadas que, na sua visão, oprimem minorias.
Em entrevistas e no documentário Miss Americana, ela se definiu como cristã — mas uma cristã que questiona, que evolui, que não aceita que valores humanos sejam embrulhados em nome da fé para justificar discriminação. O fãs mais religiosos não gostaram. Ela não se importou.
Neymar é um dos evangélicos mais conhecidos do planeta — e não esconde. Ore antes e depois dos jogos, tem vínculos históricos com a Igreja Batista e com a Igreja Batista da Lagoinha, fez transmissões ao vivo com pastores famosos e lançou até uma música chamada "100% Jesus".
Mas o contraste com o estilo de vida que circula nas redes sociais gerou debates interminávels sobre a relação entre fé declarada e vida prática. Em 2025, após polêmicas de traição, Neymar apareceu fazendo culto em casa — o que alguns interpretaram como transformação genuína e outros como estratégia de imagem. A internet não chegou a um consenso.
Lady Gaga foi criada católica em Nova York — e os símbolos da Igreja aparecem em toda sua obra, às vezes de forma reverente, às vezes profundamente provocatória. Ela declara que acredita em Deus e no Céu — mas rejeita religião institucional e diz que todos irão para o Céu independente de credo, uma visão universalista que coloca muitos conservadores religiosos em polvorosa.
É a típica trajetória de alguém que cresceu numa tradição, absorveu o que sentiu como verdadeiro, descartou o que sentiu como opressão e construiu sua própria espiritualidade — que aparece em músicas como Judas e Alejandro com uma tensão criativa fascinante entre sagrado e profano.
Sabrina Carpenter não fala abertamente sobre religião. Cresceu em ambiente cristão e há referências culturais ao Catolicismo em sua obra — o que mais gerou polêmica foi o clipe de "Feather", gravado dentro de uma igreja católica, que levou a Arquidiocese de Nova York a demitir um padre e realizar uma missa de reparação pelo "desrespeito ao sagrado".
Sabrina não se pronunciou sobre religião durante a polêmica. Deixou o barulho acontecer e continuou no topo das paradas. Sua postura sugere alguém com raízes cristãs que mantém sua espiritualidade na esfera privada — enquanto usa o sagrado como linguagem artística sem pedir permissão.
Zoé Saldaña ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2025 por Emilia Pérez e está na lista TIME 100 de 2026. Nascida no Bronx com raízes dominicanas e porto-riquenhas, ela cresceu imersa na espiritualidade afro-latina — um misto de Catolicismo popular, Santeria e tradições de matriz africana que caracteriza boa parte do Caribe.
Saldaña fala abertamente sobre conexão espiritual, sobre ancestralidade e sobre como a fé da sua família influencia sua atuação. Não é uma religiosidade de rótulo fácil — é a espiritualidade mestiça e vibrante do Caribe, onde santos e orixás convivem no mesmo altar.
Bruna Marquezine foi criada católica mas tem demonstrado ao longo dos anos uma espiritualidade mais ampla que o rótulo convencional. Ela fala sobre autoconhecimento, sobre terapia como prática espiritual, sobre momentos de busca interior — especialmente em fases difíceis da vida pessoal.
Com a carreira internacionalizada — protagonizando série internacional prevista para 2026 — Bruna tem sido cada vez mais discreta sobre vida pessoal e espiritual. O que aparece publicamente é uma pessoa que levou muito a sério o processo de se conhecer — e que encontrou nesse processo algo que só ela pode nomear.
Lázaro Ramos é a celebridade mais influente do Brasil em 2025 segundo pesquisa Ipsos — e sua espiritualidade é parte inseparável de quem ele é. Baiano de Salvador, ele cresceu imerso na cultura afro-brasileira e faz questão de afirmar essa identidade em tudo: no cinema que dirige, nas causas que defende e na forma como fala de pertencimento e ancestralidade.
Lázaro não usa rótulos religiosos com frequência — mas suas declarações sobre cultura negra, sobre ancestralidade africana e sobre o papel espiritual da arte são profundamente conectadas com a visão de mundo afro-brasileira. Para ele, espiritualidade não está separada de política, de arte ou de pertencimento coletivo.
Shakira foi criada católica na Colômbia, em família com raízes libanesas e colombianas — o que já é por si só um caldeirão espiritual fascinante. Ela fala abertamente sobre fé, sobre oração e sobre como a espiritualidade a sustentou nos momentos mais difíceis da vida — especialmente durante sua separação turbulenta e seu processo de reconstrução pessoal e profissional.
Suas músicas mais recentes, lançadas em parceria com Anitta em Choka Choka (2026), mostram uma Shakira conectada tanto com a força feminina quanto com uma espiritualidade que vai além das formas — menos confissão, mais conexão com algo maior que ela mesma.
"A espiritualidade das celebridades não é fofoca. É um espelho. Elas têm os mesmos conflitos, as mesmas buscas e as mesmas perguntas que todos nós — só que com câmera na frente."
— Ondas de PossibilidadesO Que Todas Essas Histórias Têm em Comum
Olhando para as dez pessoas desta lista, é impossível não perceber um padrão. Com exceção das que optaram pelo silêncio, todas demonstram alguma forma de espiritualidade — e todas passaram, em algum momento, pelo processo de questionar a fé que receberam e construir algo mais próximo de quem são.
Anitta não herdou um caminho espiritual pronto — ela foi buscar as raízes que faziam sentido para ela. Taylor Swift herdou o Cristianismo e está reescrevendo o que ele significa. Beyoncé vive a tensão criativa entre a Igreja Batista da família e os orixás da ancestralidade. Neymar declara uma fé que contrasta com escolhas de vida — e isso também é humano.
O que todas as histórias têm em comum é que espiritualidade é uma jornada pessoal, dinâmica e viva — não um check-box preenchido na infância e nunca mais revisitado.
E a pergunta que fica — não para as celebridades, mas para você — é a mesma: o que você acredita de verdade? E o que você ainda precisa questionar?
A Melhor Fofoca Espiritual é a Sua Própria
Fofoca sobre a religião dos famosos é divertida. Mas a conversa mais importante é a que você tem consigo mesmo sobre o que realmente acredita, o que pratica e o que precisa rever.
Porque no final, o que Anitta, Beyoncé e Taylor Swift têm — cada uma à sua maneira — é uma relação honesta com sua própria espiritualidade. Sem performance. Sem medo do julgamento. Com a disposição de perguntar, questionar e crescer.
E isso não é exclusividade de celebridade. É disponível para qualquer um de nós — incluindo você.
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